paro,pinto,grito,puxo o rabo do gato,tomo um rabo de galo...pulo o muro mudo o rumo....vivo, sonho e realizo...tudo sem sentido...a roda gira o vento sopra a moeda cai o preço sobe....pulo corda, amarelinha e a poça....me jogo na cama, corro descalça na grama...conto histórias, revivo memórias....a e esse apreço....esse apego...e essa falta...essa distância que mata....faz com que tudo seja mais lento....fico no canto...não me espanto com o desencanto que causo aos leigos...sou mutante sou errante...não sou nada nem ninguém importante....
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